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Em tempos de crise econômica, muitas famílias buscam alternativas de renda extra para complementar o orçamento. E não é incomum que a atividade escolhida como complemento acabe ganhando espaço e se tornando um negócio verdadeiramente rentável.

Isso aconteceu com Juliana, há alguns meses. Sem formação específica, a jovem dividia seu tempo entre cuidar da casa, de seu bebê de apenas dois anos e um trabalho de meio período como recepcionista. Com a crise, o marido, vendedor, passou a ganhar menos com comissões, e o orçamento da família foi ficando mais apertado.

Juliana pensou muito no que poderia fazer para conseguir uma renda extra, e decidiu começar a produzir doces e salgados para festas infantis. Afinal, nos dois aniversários de seu bebê, suas receitas fizeram sucesso! O negócio começou de forma tímida e, no início, não estava deslanchando. Até que Juliana achou que deveria investir em um curso profissionalizante de confeitaria.

Quer saber como essa história termina? Continue a leitura e veja como a jovem empreendedora se destacou em um mercado bastante competitivo, na região do meio oeste de Santa Catarina.

Confira como Juliana conseguiu a renda extra

Com as contas batendo à porta e sem ideia do que fazer para ajudar, Juliana começou a pensar em algo que pudesse fazer em casa. Afinal, ela trabalhava no horário em que o filho estava na escola e, no restante do dia, precisava cuidar da criança e dos afazeres domésticos.

Uma coisa que ela sempre gostou foi de cozinhar. Nas comemorações de aniversário do filho, fez questão de enrolar cada brigadeiro, acrescentando seu toque pessoal no sabor e na decoração. Além disso, ela sempre buscava receitas diferentes para ocasiões especiais, e considerava que cozinhar era mais do que uma obrigação. Para Juliana, ir para a cozinha era uma terapia.

Pensando em tudo isso e nos elogios de parentes e amigos, a jovem criou coragem e começou a fazer alguns doces para vender. No início, não sabia exatamente a quem oferecer e nem como impulsionar as vendas, mas persistiu em seu objetivo. Oferecia seus quitutes em seu trabalho e no do marido, na escola do filho e no condomínio.

Aos poucos, foi ganhando confiança e começou a planejar um aumento da produção. Pensou em oferecer seus produtos em restaurantes do bairro, lojas de conveniência e buffets infantis. Mas nessa etapa esbarrou em uma dificuldade: faltava conhecimento sobre normas de segurança alimentar e também sobre técnicas de vendas.

Com o apoio da família, que enxergou o potencial da iniciativa, Juliana iniciou um curso profissionalizante de confeitaria, no meio oeste de Santa Catarina. Os resultados foram incríveis!

Entenda por que a especialização é importante

Apesar dos doces e salgados de Juliana serem muito bons, faltava conhecimento técnico para aumentar a produção e oferecer a venda para terceiros. Afinal, quando um restaurante revende um item produzido em outro local, também se responsabiliza pela higiene e qualidade daquele produto. Por esse motivo, as exigências são muito grandes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece uma série de regras para manipulação de alimentos, que incluem desde cuidados com as instalações até questões específicas de higiene dos preparadores. E os restaurantes ou outros estabelecimentos que revendem os produtos fabricados por pequenos produtores precisam se certificar de que as normas de manipulação estão sendo corretamente seguidas.

Essas normas são determinadas pela Resolução RDC 216/2004, que entre outras coisas, estabelece:

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  • regras para conservação e armazenamento de alimentos perecíveis;
  • normas para manipulação, como a necessidade de uso de luvas e cabelos presos, além de boa higienização das mãos;
  • água corrente e iluminação adequada do local onde os alimentos são preparados;
  • limpeza dos equipamentos e utensílios utilizados na preparação;
  • higienização correta das superfícies de preparo;
  • manejo adequado de resíduos.

Com maior conhecimento, os alimentos ficam em conformidade com as regras de segurança alimentar, e quem os produz tem mais chances de comercialização. Para assegurar as boas práticas na produção de alimentos, o curso profissionalizante de confeitaria foi essencial para Juliana.

Veja como a área de confeitaria pode proporcionar uma boa renda extra

Além da questão de segurança alimentar, o curso profissionalizante de confeitaria trouxe outros ensinamentos à jovem empreendedora, como a importância de fazer uma boa gestão de estoques e como adotar ações de marketing para divulgar os seus produtos.

Os resultados, para Juliana, foram muito importantes. Hoje, ela já deixou seu antigo emprego e se dedica à confeitaria enquanto o filho está na escola. Seu marido, que no início achava que a atividade era somente uma possibilidade de renda extra, não só apoia como também ajuda com a divulgação e as entregas. E o negócio vai indo de vento em popa!

Confira algumas táticas adotadas por Juliana para conseguir emplacar seu negócio:

Criação sua marca

É importante que os clientes reconheçam seus produtos e se identifiquem com a marca. Por essa razão, pense em um nome e na imagem que remeta ao sabor e qualidade dos itens produzidos. Se não souber fazer isso sozinha, contrate um profissional. Vai valer a pena, acredite.

Divulgação

Com a marca criada e o conhecimento acerca de todos os cuidados de manipulação, é hora de divulgar seus produtos para o mercado. Crie uma página nas redes sociais mais usadas por seu público e divulgue no comércio local.

Promova degustações, faça promoções, ofereça alguns itens como brindes para festas infantis ou outros eventos. Fique de olho no calendário, pois há datas que rendem mais vendas: festas de fim de ano, Dia das Mães e dos Pais, festas juninas e eventos locais.

Produção separada de sua cozinha

Sim, pode não parecer, mas essa separação é muito importante. Não apenas para que você tenha melhor controle dos estoques e de sua lucratividade, mas também para garantir a qualidade do trabalho. Sua alimentação do dia a dia não tem relação com a produção comercial!

Então, cada insumo utilizado nos produtos a serem comercializados deve ser contabilizado em uma planilha própria. Isso é fundamental para que você tenha controle do investimento feito para o trabalho e possa calcular, de forma adequada, o preço de venda de cada item.

Planilha de custos

Essa é uma dificuldade de muitos empreendedores. Afinal, quanto cobrar? Para chegar a um valor que remunere seu trabalho, é preciso considerar o investimento em matérias-primas, o seu tempo de produção e outros custos indiretos, como água, luz e energia elétrica. Mesmo trabalhando em casa, esses valores precisam ser considerados para evitar prejuízos.

Todos esses itens são estudados nos cursos profissionalizantes de confeitaria, que preparam o empreendedor não apenas para conseguir uma renda extra, mas também para fazer dessa atividade a principal fonte de renda da família.

Quer saber mais sobre cursos profissionalizantes e como iniciar seus negócios no ramo de confeitaria? Assine agora mesmo nossa newsletter e faça como Juliana, que hoje é uma empreendedora bem-sucedida.

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