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Para qualquer lugar que você olhe, neste exato momento, existe o toque de um profissional de computação gráfica e design. Não importa se é um site na Internet ou o papel timbrado do escritório; a influência desse especialista se estende sobre diversas áreas.

Quem atua na área de design gráfico precisa ter um conjunto específico de habilidades e praticar bastante para desenvolver a percepção artística e a abordagem na resolução de problemas. Calma, pode parecer complicado, mas vamos explicar adiante o que esse profissional faz e onde ele pode atuar.

A atuação do profissional de computação gráfica e design

Antes de entrar em um curso específico, Lucas achava ter as características necessárias para lidar com design gráfico e, finalmente, mudar de carreira. Sabia mexer com computadores, tinha facilidade com as ferramentas digitais e contava com uma boa mão para o desenho.

Logo, descobriu que as atribuições desse profissional são mais amplas do que imaginava. Um designer precisa desenvolver projetos visuais, equilibrar cores, escolher tipologias adequadas para cada situação, aliar a informação visual à escrita e dominar técnicas que ele sequer conhecia.

Ao mesmo tempo, ele descobriu, com a prática, que tão importante quanto o talento e o conhecimento é saber gerenciar as expectativas dos clientes e gestores.

O design gráfico é estratégico para as organizações, portanto, o profissional da área precisa ter voz nas decisões referentes aos projetos visuais e saber identificar as necessidades do negócio.

Algumas das áreas que demandam a presença de um designer são:

Editorial

Tanto no meio online quanto no offline, especialistas em computação gráfica atuam em conjunto com produtores de conteúdo, editores e jornalistas para levar materiais de qualidade para o público. Um exemplo clássico são os infográficos.

Publicidade e propaganda

É uma área que exige bastante dos designers. Boa parte do impacto das peças depende do conceito e do layout que compõem as campanhas.

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Identidade visual

Trata-se da síntese dos valores de um negócio, iniciativa, entidade ou órgão diante de seu público. Muitos confundem identidade visual com criação de logotipos; um projeto dessa natureza, no entanto, inclui estudos aprofundados de cores e formas, além de recomendar e proibir determinadas aplicações e deformações da marca.

Jogos eletrônicos

Um dos eixos mais importantes da indústria criativa, o mercado de games tem crescido exponencialmente no Brasil. E o que não pode faltar em um bom jogo? Isso mesmo, gráficos excelentes.

Filmes e séries

O audiovisual tem desenvolvido uma dependência cada vez maior das ferramentas digitais. Basta lembrar de blockbusters, como Vingadores ou Transformers, e todas as explosões e efeitos que cativam o público.

As competências fundamentais do designer gráfico

Assim que Lucas percebeu que suas habilidades inatas não seriam suficientes para se destacar em um mercado tão concorrido, passou a focar em seu desenvolvimento profissional. Além de estudar e pesquisar tudo que estava relacionado à sua área, passou a focar nas seguintes competências:

Criatividade

Esqueça os mitos. Ser criativo é oferecer abordagens eficientes para resolução de problemas dentro das limitações impostas pela situação. Para isso, Lucas precisa de referências, ou seja, ficar antenado tanto às tendências em seu campo de atuação quanto a tudo o que diz respeito à arte: desde capas de singles até a paleta de cores na estética do Cinema Novo.

Domínio de softwares de ponta

Sem agilidade no uso de programas de edição, nenhum profissional consegue dar conta dos prazos apertados colocados pelos clientes e chefes. O mais importante aqui é saber aliar a capacidade criativa às ferramentas oferecidas pelos softwares.

Comunicação

Essa foi uma das maiores dificuldades de Lucas. E não estamos falando apenas de comunicação visual, mas também e principalmente da capacidade de expor os planos e projetos de modo a convencer os clientes.

O profissional de computação gráfica e design tem um amplo mercado à disposição e vários caminhos para se especializar. No entanto, esse não é um trabalho para quem acha que nasceu pronto. Se, assim como Lucas, você quer ser um grande designer, esteja pronto para uma vida de aprendizados e desafios  que, afinal, é o que nos mantém motivados.

Para saber mais sobre essa e outras carreiras profissionais que você pode seguir, acompanhe nossas páginas no Facebook, no Twitter e no Instagram.

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